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A internet, breve descrição de um atentado à inteligência pública


Boa noite e bem-vindo.

Se me leste até aqui significa que não és analfabeto e estás de parabéns pelo mesmo, já que significa que és um dos felizardos que sabe ler neste nosso* continente, África.

Tendo tu chegado até aqui através da melhor invenção do século passado, ou seja, do monitor para computadores, só me resta avançar e desvendar o tema, interessantissimo, deixem que vos diga, que vos trago hoje.

Internet.

Por todos os motivos e mais algum é considerado uma das grandes invenções do século. Século esse que, não sendo o presente, é o anterior, já que referir qualquer outro seria ridiculo.

A internet fez-nos aproximar uns dos outros. Desde o velhinho IRC ao espectacular Skype (é a última vez que faço publicidade de borla, ouviram senhores?) que podemos comunicar de uma forma rápida e eficaz. Com essa proximidade os verdadeiros cromos foram saindo do armário e dando a cara por esse mundo fora. Não é que antes não os houvesse e que não fossem verdadeiramente bons, havia e sempre foram espectaculares. Ponham os olhos em cima do Bocage. Não tinha internet, nem computador, muito menos juízo, e foi um senhor no que diz respeito à parvoíce (e não só, mas o resto já vocês sabem e se não souberem sei que vão procurar mal acabem de ler isto).

Com a internet surgiram os mails em cadeia. Há para todos os gostos. Os que ajudam alguém, os que ameaçam de morte, até os que não fazem nada e são simplesmente páginas em branco.

Os melhores mesmo são aqueles que rendem alguns tostões a companhias de SPAM. É que mesmo que eu não reencaminhe o mail para ninguém, vai haver sempre uma alminha que mete o meu endereço nalgum sitio e a partir desse momento a minha caixa de correio passa a ser pior que uma sanita no dia seguinte a uma boa saída à noite.

Embora não me consigam apanhar, há sempre alguém que corre mais devagar. Mais que não seja em velocidade cerebral, pois, ainda não conseguiu alcançar que ao enviar o mail para 20 pessoas não vai ganhar um telemovel que ainda não foi inventado. A única coisa que consegue ganhar é uma ida ao hospital ou, com muita sorte, um olho negro.

*não me esqueci dos brasileiros mas precisava referir o continente de onde vos escrevo.

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